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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Realidade virtual vai mudar a vida das pessoas

“Em alguns anos a realidade virtual vai mudar a vida das pessoas”.

A realidade virtual vai mudar a vida das pessoas. Essa frase resume o pensamento de nomes importantes das grandes empresas mundiais de tecnologia.
Recentemente Mark Zuckerberg afirmou que “o conteúdo imersivo em 3D é obviamente o próximo negócio do Facebook” e “A razão para estarmos animados com essa indústria é a progressão contínua das pessoas em encontrar formas ainda maiores de compartilhar o que está em suas mentes”.
Em outro depoimento Zuckerberg explica que na rede social do futuro, você e seu amigo vão ser teletransportados para um mundo virtual em conjunto. “Imagine você e seu amigo sentados lado-a-lado em uma quadra assistindo a um jogo do seu time favorito”,  ou, “estudar em uma sala de aula com alunos e professores de todo o mundo”, ou ainda, “consultar com um médico especialista – apenas colocando os óculos de realidade virtual em sua casa.”

Comparação Hive vs Oculus Rift vs Playstation VR

A realidade virtual está a entrar em força nas nossas casas. Mas no momento da compra ficamos sempre com a seguinte questão: "Em termos de relação preço/performance qual é a melhor escolha?"

Este vídeo de certeza que vai ajudar a tirar as dúvidas.


quinta-feira, 16 de junho de 2016

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A evolução do Hardware - Atualidade

Hoje (final de 2011) o que temos é um cenário em que os dispositivos portáteis estão tomando conta do mercado, apesar de os desktops com seus sistemas locais ainda serem a maioria este paradigma está a mudar e em breve estaremos convivendo com dispositivos que trabalham enviando dados para a "nuvem" e serão simples elos entre o utilizador e o sistema que está na nuvem. Quando apresentarem problemas simplesmente serão descartados e um novo adquirido. Os tablets e smartphones definitivamente não foram feitos para serem consertados, o grau de integração deles é alto demais. Para ter os recursos que um único smartphone possui com equipamentos da década de 80 precisaríamos de uma sala inteira cheia de fios e antenas. Mesmo os notebooks e netbooks, com exceção de memória e disco rígido, o reparo físico na maioria das vezes não compensa, o resultado pode não ser satisfatório e o custo é alto. Quase todos os jovens utilizadores de computadores conhecem o básico para a manutenção de seus próprios equipamentos. Não é mais necessário entender de IRQs, DMAs, tempos de acesso ou barramentos para se reparar um computador. As configurações são automáticas. Hoje ser especialista em hardware é mais um complemento juntamente com o conhecimento de redes e infraestrutura, formando um único profissional o analista de infraestrutura.

A evolução do Hardware - Anos 2000

A partir de 2000 a maior evolução deu-se mais ao facto de se ter disponibilizado internet gratuita (sem a necessidade de pagar o provedor) do que pelo avanço da tecnologia. Neste tempo as máquinas predominantes no mercado eram as baseadas na arquitetura do Pentium Pro, ou seja, os Pentium II, III e Celerons derivados de ambos em conjunto com a placa da PC-chips M748xxx, as máquinas com processadores AMD K6, e principalmente o K6-2 este em conjunto com a placa mãe da PC-chips M598xx eram quase que uma “praga de gafanhotos”. Eram um indicio do que seria o futuro, alta integração. Claro que as máquinas com processadores Pentium e 486 ainda existiam, mas já estavam desaparecendo, principalmente pelo baixo desempenho em multimédia que nestes equipamentos era sofrível a reprodução de vídeos e execução de músicas em mp3 ficando restritos a edição de textos, internet e jogos antigos.

Após este período houve uma grande evolução na capacidade de processamento, armazenamento e memória RAM, no entanto o modelo se seguiu baseado neste paradigma, placa mãe com praticamente todos os itens essenciais integrados estes podendo são automaticamente configurados pelo BIOS restando à opção de ativar ou não o dispositivo.

Com o avanço do hardware os sistemas operativos também evoluíram (leia-se Windows). A partir do lançamento do Windows XP em 2001, a instalação do mesmo se tornou algo realmente simples, basta inserir o CD na unidade e aguardar quando solicitado e teclar alguma tecla, pronto! A partir deste ponto é basicamente next, next, finish. Dependo da configuração da máquina (principalmente às anteriores a versão do Windows) todos os dispositivos são reconhecidos e após o processo é só instalar os softwares e está pronto é só usar. Caso deseje instalar um novo dispositivo, basta ligá-lo na máquina, o Windows irá identificar e fará automaticamente as configurações de IRQ, DMA e I/O, bastando (caso ele já não possua) instalar os drivers.

De 2005 em diante a computação passou por uma evolução relevante, os processadores multi-core. Com o lançamento do Pentium D os processadores passaram a ter múltiplos núcleos levando a computação a níveis de desenvolvimento antes possíveis somente com o uso de grandes computadores, as placas de vídeo de alto desempenho se tornaram algo para os mais ortodoxos, visto que diferentemente do que ocorria nos primeiros modelos de vídeo onboard do inicio da década (SiS 530 e 620 e i810) o vídeo onboard já tinha desempenho suficiente para executar a maior parte das aplicações de modo satisfatório, o que deixou o vídeo “off-board” restrito aos gamers mais aficionados por desempenho.


A evolução do Hardware - Anos 90

Durante os anos 90 começaram a se popularizar os PCs baseados no padrão IBM em relação aos computadores com outros padrões que utilizavam processadores Z-80 e similares. Com a popularização dos aplicativos para o MS-DOS disponível somente nos computadores compatíveis como o IBM-PC, os demais padrões começaram a desaparecer do mercado, fazendo com que o padrão IBM se tornasse onipresente nos lares e empresas.

Com a abertura do mercado diversas empresas nacionais iniciaram a produção de computadores, muitas migrando de outros ramos do mercado como, por exemplo, a Metron que saiu da fabricação de taxímetros para a fabricação de PCs. A Itautec, Procomp, Prológica, STi e diversas outras começaram a ofertar seus produtos no mercado de forma mais abrangente. Além das tradicionais IBM, Compaq (líder mundial à época), HP e Acer.

Mas apesar da oferta um PC não era algo barato. Claro que existiam versões mais em conta como computadores sem o famoso “kit multimídia” e com processadores já ultrapassados como os 486 e 586 (da AMD e Cyrix).

Durante a primeira metade da década de 90 os computadores mais populares eram os equipados com processadores 386 e 486. Ainda sem drives de CD e placas de som. Os monitores eram CRT, já não mais padrão MDA de fósforo verde ou azul, mas padrão VGA. Existiam alguns modelos monocromáticos, mas a maior parte eram em cores ficando as cores restritas a capacidade da placa de vídeo.

As placas de vídeo na sua maioria utilizavam o barramento ISA 16 bits e possuíam 512KB de memória o suficiente para executar o DOS e Windows versão 3.1 os mais comuns nesta época. O co-processador matemático era um item a parte para os 386 e 486SX que poderia ser instalado num soquete específico na placa mãe, quase não usado, pois este custava caro demais para ser instalado em um micro comum.

Os discos rígidos já utilizam o padrão IDE, mas a sua controladora (chip I/O que controla o funcionamento do disco visto à controladora IDE ser integrada ao disco) ainda não era integrada a placa mãe, era utilizada uma placa extra onde eram conectados os discos rígidos, unidade de disquete e as portas paralelas e seriais, essa placa era conhecida como super IDE.

Nesta época ainda não existia o plug and play, todas as configurações deveriam ser feitas a mão, na BIOS e via jumpers na própria placa. Configurar uma destas placas super IDE sem o manual era complicado, pois não bastava ligar o disco na placa, era necessário configurar o DMA, IRQ e I/O manualmente do disco rígido, porta paralela e serial.

Ainda na BIOS uma das principais etapas de configuração era a quantidade de cabeças, cilindros e setores do disco rígido C/H/S, pois caso esta configuração não estivesse correta ou o disco era identificado de forma errada ou não seria reconhecido.

Dentro do sistema operativo era necessária a configuração manual de todos dispositivos de hardware diferentes do padrão, ou seja, placas de som, modems, drives de cd e qualquer outro dispositivo deveriam ser configurados manualmente seja no DOS ou no Windows, caso contrário seria ignorado pelo sistema ou pior, poderia gerar um conflito impedindo que o sistema inicializasse.

A memória já poderia ser expandida ou trocada mais facilmente através dos módulos SIMM de 30 vias que deveriam ser utilizados de 4 em 4 pois cada módulo trabalha com 8 bits sendo necessário 4 módulos para o barramento de 32 bits dos 386 e 486. Uma configuração muito comum a esta época era processador 386 @ 40MHz, 2MB de RAM, vídeo 256 KB ISA e HD de 40MB.

Da segunda metade da década de 90 em diante os computadores evoluíram bastante se tornando ainda mais integrados, as placas começaram a trazer a placa super IDE integrada e suas configurações fazendo parte da BIOS, diversas configurações passaram a ser automáticas como a identificação do disco rígido, as IRQs e DMA.

A partir do Windows 95 o plug and play se tornou uma realidade, as placas eram ligadas e identificadas pelo sistema operativo bastando instalar os drivers, sem aquela dor de cabeça com IRQ, DMA e I/O. Os processadores Pentium eram os top de linha deixando os 486 com alternativas de baixo custo. As memórias evoluíram para os módulos SIMM de 72 vias e tecnologias FPM e EDO variando o tempo de acesso entre elas sendo mais alto nas FPM. Para a instalação em máquinas Pentium deveriam ser aos pares visto o barramento dos Pentium possuir 64 bits, nos 486 poderia ser somente um módulo.

As placas de vídeo passaram ocupar o slot PCI os modelos da Trident de 1MB (9440) eram os mais comuns, se padronizaram os “kits multimídia” vindo instalados na maioria das máquinas do final da década. Uma configuração muito comum desta época eram máquinas de médio custo com processador Pentium 16 MB de RAM placa de som Sound Blaster 16, unidade de CD de 8x e placa de vídeo 1MB. Uma máquina de baixo custo costumava vir com processador 486 DX2 66 MHz 8MB de RAM placa de vídeo 512KB. Apesar da diferença nas configurações ambas as máquinas poderiam ter a mesma utilidade para manter a compatibilidade com o DOS e Windows 3.1, ainda muito comuns, a maioria dos aplicativos rodava até mesmo em máquinas 386, no final das contas a não ser que o uso fosse para o entretenimento a maior parte dos utilizadores conseguia executar os programas mais comuns de forma satisfatória.

Em 1997 a Intel lança o Pentium II (baseado no Pentium Pro) e sua versão de baixo custo Celeron que fizeram a indústria acelerar ainda mais o desenvolvimento de novos componentes cada vez mais integrados. A partir daí as placas mãe começaram a integrar todos os tipos de componente, como vídeo, rede, modem e som, sendo chamadas de “placas onboard” apesar de desde os tempos dos 386 da Compaq e IBM já incorporarem componentes onboard a implementação era diferente, estas novas placas utilizavam um conceito chamado de HSP (Host Signal Processor) podendo assim criar produtos menos complexos, mais baratos em troca da perda de um pouco do desempenho do processador, que nestas alturas já tinha um desempenho bem razoável permitindo tais recursos.





A evolução do Hardware - Anos 80

Durante os anos 80, ter um computador não era algo para qualquer um.

Em 1981 foi lançado o IBM PC, que nos EUA já custava uma pequena fortuna.

No entanto no mercado existiam outros modelos de computadores pessoais, como TK-85, MSX (padrão de computador fabricado por várias empresas), Atari 400 e o CP-500 (a partir de 82) da Prológica (o que era mais usado de forma profissional) e outros aparelhos baseados no processador Z80 que inundavam o mercado, apesar de não serem baratos eram o que se conhecia por computador durante os anos 80.

Com exceção das universidades e grandes empresas, esses computadores eram na maioria das vezes usados como videogames de luxo. Pois os aplicativos mais comuns para esses aparelhos eram jogos. Alguns se aventuravam em programar em Basic porque diferente de hoje, esses computadores não traziam um sistema operativo e sim um interpretador Basic gravados numa rom, todos os programas deveriam ou ser programados ou carregados para a memória do computador com a ajuda de gravadores cassete e só então executados.






quinta-feira, 19 de maio de 2016

Inicialmente os computadores e todos os periféricos não eram como são atualmente.
Houve muita evolução, deste o tamanho, formato, peso, caraterísticas!

Este blog irá mostrar algumas dessas evoluções.